Conto finalista do 5º Prêmio Joinville de Expressão Literária
É sensível, imediato, sentimento instantâneo. Não se pode deixar escapar por entre os dedos a chance de sensibilizar-se mais a cada sensação nascida na alma.
A profundidade de cada uma delas é única. Tão ímpar que por mais que eu tentasse, não retrocederia uma chance mal aproveitada. Se o sentimento é perspicaz e agudo, a dor do arrependimento ainda maior. Por isso, não faço uso de protocolos: deixo cada sensação me abraçar, porque corro risco de sentir saudades. Nenhum é igual: nem a anterior tampouco a que ainda virá por sentir ou brotar em mim.
Então, percebo e acolho, sou protetora.
Logo, estou por completo em sentimento e consigo fazer valer e palavra que denomina-se ser o que é verdadeiramente a dádiva do viver: sentir.
2 Comentários
Dezembro 1, 2008 ás 4:52 pm
Mas o que é “sentir”? Você escreve bem, porém as palavras são esparsas demais, com esse tipo de prosa corre-se o risco de o leitor perder o próprio fio da idéia. Um pouco menos de subjetivismo e teremos uma escritora de monta. É válido lembrar a impossibilidade de conseguirmos transportar nossos sentimentos para o leitor, sou adepto da idéia de que o leitor reconstrói o texto lido,por isso devemos ter esmero na linguagem e cuidado para tentar ao menos nortear essa viagem da forma mais correta possível.
Dezembro 11, 2008 ás 7:19 pm
AMEI *-*