Agosto 28, 2008...11:48 am

Em algum momento é preciso parar

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De mandar bilhete/aviso/recado
de viver apenas pelo meu excesso de amor/vontade/saudade
e pela falta de carinho/lembrança/amizade;
de reciprocidade.
Deixar de pedir ajuda/conselho/ouvidos
aos doentes/vazios/surdos
para compreender o acaso/contrário/errado e oculto. O silêncio mútuo.Parar de por um triz sobreviver como uma geleira: fria/áspera/indolente
e de entender que em você existem probabilidades/hipóteses/escolhas para tudo.
Não apenas ao que se tratar para um outro ser.

Não entendo porque tem sempre que ter uma saída/resposta/desculpa na ponta da língua;
mas compreendo que apenas dessa forma consegue acertar/encarar/conquistar
e fazer acontecer/sobreviver/ser; ou não ser.
Parar para nesse todo eu definitivamente poder viver/superar/esquecer.
 
 

 

 

 

 

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