Sou a que renasce quando em família. Reencontrá-los é reatar os laços que em riso, lágrima ou perda jamais serão desfeitos.
Sou a que adora ventos de inverno. Eu vivo para o amor, para a descoberta, para o descobrimento. Eu aprendo, em cada pássaro que se aproxima, que não se perde termpo: se acrescenta sentimento, sensibilidade. Que coisas pequenas colorem a vida, e que só tem valor a vida quando descobrimos que na verdade, estas é que são as grandes. Sou aquela que muito ri, muito ama e pouquíssimo não vive. Meus gestos tornam-me a que abraça, chora. A que olha – nem sempre com olhos abertos e sonha – nem sempre de olhos fechados.
Vivo
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