Confesso…

Eu não posso descrever o que vive aqui dentro, dentro da minha própria vida e no mais íntimo do meu peito.
Mas afirmo e dou fé: o que existe no coração não permite que tristeza me invada, que a dor aloje-se em mim, tampouco que o temor da solidão me fisgue.
Haverá um dia em que existirá um momento onde sentirei a mais profunda sutileza desta alegria manifestada em dias de paixão eterna, horas à partir deste instante, muito mais inesquecíveis que estas, as quais estamos vivendo.
Já estamos, enfim, desfrutando-as.
Respiramos, pois, em sua introdução mínima, ainda.
Viveremos, então, em nossa felicidade máxima.
E com toda extravagância que o amor nos permitir.

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Filed under Oceanos Literários

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