A gente pode transformar da carcaça o que bem entender: homem bonito ou feio, pequeno ou grande, forte ou fraco, novo ou velho, preto ou branco ou da cor que preferir. Mas não o que se guarda pela derme e epiderme ao avesso. Nela, quilômetros adentro, sim: ali está a excentricidade guardada como tesouro em cada um de nós, chamando mais atenção do que qualquer riqueza que os olhos podem ver.